Eu Sobre Eles
Engraçado... Acho que estou angustiada. Não sei direito o porquê. Acho que sei, mas não tenho certeza. Pode ser. Na dúvida, prefiro que seja. Porque a dúvida é uma das piores coisas que existe.
Preciso de um grande amor. Daqueles avassaladores. Daqueles que são tão supremos que chegam a assustar. Que fazem doer quando não se está perto do ser amado. Quero uma tragédia, um romance, um conto de fadas. Preciso disso. Preciso sangrar para me sentir viva.
Tive; com o Roberto, com o Henrique, com o Samuel. Não tenho agora. Nem estou apaixonada. Acho que não me permito estar; por medo, por insegurança.
Não acho que me apaixonaria pelo Thales, e acho que sempre soube disso. Mesmo na fase "encantamento" eu sabia. E, por pior que eu me sinta admitindo, grande parte do motivo de estar com ele é insegurança. Ele me faz bem, me dá um tipo de porto-seguro, me permite ser fofa e demonstrar que eu gosto dele; mas não há futuro. É [quase] como se eu estivesse usando-o. Mas não tenho coragem de parar.
A fase de "encantamento" pelo Felipe está passando e eu consigo ver as coisas um pouquinho mais claras - embora, de certa forma, eu também sempre soubesse. Posso me apaixonar por ele. Fácil... se ele me permitisse... Eu poderia ver um futuro; se EU me permitisse. Foi algo que eu soube desde a 2ª vez que nos encontramos. Mas eu tenho medo. Receio de assustá-lo e afastá-lo... Várias pequenas coisas dele me dizem que poderia dar certo; que eu teria a permissão de me aventurar. Mas outras poucas coisas (embora não tão pequenas assim...) se mostram como portas fechadas na minha frente. Se ele me deixasse, eu pularia de cabeça. Se ele me oferecesse metade do chão firme que me """garante""" o Thales, eu... Que Thales? ...ou vai ver que ainda é o "encantamento" falando...
Eles são tão diferentes... Em TUDO! Nas vidas, nas personalidades, nos sentimentos... Me seria perfeito o conto de fadas se eles fossem um só em suas qualidades. Aí eu me permitiria sonhar com casamentos de novo. Me permitiria amar inconseqüentemente. Ah, como seria bom amar inconseqüentemente...! Mas como eu disse: apenas um conto de fadas, não é mesmo?
Ou então, não é nada disso e eu estou somente balbuciando palavras trôpegas na madrugada na falta de algo para fazer; e, o que realmente me angustia, é o tédio...
(20/03/07)
Preciso de um grande amor. Daqueles avassaladores. Daqueles que são tão supremos que chegam a assustar. Que fazem doer quando não se está perto do ser amado. Quero uma tragédia, um romance, um conto de fadas. Preciso disso. Preciso sangrar para me sentir viva.
Tive; com o Roberto, com o Henrique, com o Samuel. Não tenho agora. Nem estou apaixonada. Acho que não me permito estar; por medo, por insegurança.
Não acho que me apaixonaria pelo Thales, e acho que sempre soube disso. Mesmo na fase "encantamento" eu sabia. E, por pior que eu me sinta admitindo, grande parte do motivo de estar com ele é insegurança. Ele me faz bem, me dá um tipo de porto-seguro, me permite ser fofa e demonstrar que eu gosto dele; mas não há futuro. É [quase] como se eu estivesse usando-o. Mas não tenho coragem de parar.
A fase de "encantamento" pelo Felipe está passando e eu consigo ver as coisas um pouquinho mais claras - embora, de certa forma, eu também sempre soubesse. Posso me apaixonar por ele. Fácil... se ele me permitisse... Eu poderia ver um futuro; se EU me permitisse. Foi algo que eu soube desde a 2ª vez que nos encontramos. Mas eu tenho medo. Receio de assustá-lo e afastá-lo... Várias pequenas coisas dele me dizem que poderia dar certo; que eu teria a permissão de me aventurar. Mas outras poucas coisas (embora não tão pequenas assim...) se mostram como portas fechadas na minha frente. Se ele me deixasse, eu pularia de cabeça. Se ele me oferecesse metade do chão firme que me """garante""" o Thales, eu... Que Thales? ...ou vai ver que ainda é o "encantamento" falando...
Eles são tão diferentes... Em TUDO! Nas vidas, nas personalidades, nos sentimentos... Me seria perfeito o conto de fadas se eles fossem um só em suas qualidades. Aí eu me permitiria sonhar com casamentos de novo. Me permitiria amar inconseqüentemente. Ah, como seria bom amar inconseqüentemente...! Mas como eu disse: apenas um conto de fadas, não é mesmo?
Ou então, não é nada disso e eu estou somente balbuciando palavras trôpegas na madrugada na falta de algo para fazer; e, o que realmente me angustia, é o tédio...
(20/03/07)


1 Comments:
Eu poderia falar uma série de coisas, mas já te falei tudo o que pensava ontem! =)
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